Definição da "Palavra Islam"

13 Dezembro 2016 Autor:  

بسم الله الرحمن الرحيم 
Em nome de Allah, O clemente o Misericordioso

A palavra Is- slam provem do idioma árabe, que por sua vez deriva da quarta forma verbal da raiz slm/ Submissão, aslama, / se submeteu". 

A mesma palavra “Al- is-slam” é descrito em árabe como um Código de Vida e, possui uma relação etimológica com outras palavras árabes como; Salaam que significam "paz".

O significado da palavra “Al- is- slam” conforme mencionado pela a maioria –é imperativa, e seu esclarecimento para entendimento, requer que seja estruturada em torno do complemento, assim formará uma mensagem completa e esclarecedora do exato significado.

E se alguém dizer; Al- Islam – é Paz, ao referir a forma entomológica da palavra, Al Is- slam é Submissão, e mesmo, Al- Is- slam é Religião, as três afirmações mesmo bem colocadas, não configura o exato significado e nem da realidade objetiva, pois as frases são incompletas. Isso significa que   não houve a estrutura linguística para se formar uma oração, e nesse sentido a necessidade do complemento é extremamente importante.

 Isso é mesmo for afirmar que:

- “O Islam é submissão total, porém sua aceitação, é com livres e espontânea vontade do integrante, com selo de obediência voluntária de suas ordens”. A cometer-se um grande erro. Pois, essa afirmação é contraditora do princípio do Alcorão Sagrado, ao descordar a questão racional que visa ao algo confiando alguém por merecer.

No Isslam, querer em Deus, não é uma questão opcional de quem crê, mas sim, uma dativa que Deus concede alguém por merecer. Por mais que estranho seja, nenhuma alma crerá sem que Deus permita. Assim é mencionado no alcorão, em diversos versículos, alguma conforme segue: Assim, Allah desencaminha a quem quer e guia aquém quer... (Suratu Al Muddaththir 29:31) Por certo, esta é uma admoestação; e, quem quer, poderá encaminhar –se até à senda do seu Senhor. Porém, não quereis, a não ser que Deus o queira. Por certo, Deus é Onisciente, Sábio. Ele faz entrar em sua misericórdia a quem quer...(Suratu Al- insãn 29:29/30/31.

Portanto, a submissão em Deus, baseia-se no reconhecimento absoluto e de forma racional, do direito e do dever, da parte da criatura para com seu Legitimo Criador.

 É direito de Deus, ser atribuído Legitimo dono e Criador dos Universos e em tudo que neles distribuídos. Na dimensão de Seu comando, sob a administração com poder infinito e, absoluto. No fornecimento da energia de força vital e, nas predestinações de tudo que veja a existir.

É dever, pela parte da criatura hábil, reconhecer sua existência, como um ser consciente e criado com propósitos, assim ao reconhecer as manifestações da vida, e de consciência adquirida através dos sentidos que compõe a perfeição de uma obra- prima, originada a partir do nada e, com isso a retribuir gratidão.  

Todavia, ninguém se submete a ordem de Deus, para que Deus, obtenha benefícios. ..“Não vos peço ao vosso sustendo, e nem quero que me alimente”. A sabedoria, a oferenda, o sacrifício, a justiça, a boa conduta e as ações devocionais, prestadas pelo homens e, ministradas por Deus, garante a segurança e benefício do próprio homem.

Para Deus, não existem subordinação, pois os seres criados, tem liberdade para tomar suas próprias decisões. Pois; Não há imposição quanto o Deen, porque já se destacou a verdade do erro... (Al-Baqarah, 2:256). Que conclui, o ser humano, não ser inocente e mesmo a passar desperceber, os dois artigos acima mencionado do Direito e do Dever, que o mesmo tem como prestar, ao longo de sua vida. Em outro versículo Deus disse: E de quando o teu Senhor extraiu das entranhas dos filhos de Adão os seus descendentes e os fez testemunhar contra si próprios, dizendo: Não é verdade que sou vosso Senhor”? Disseram: Sim! Testemunhamo-lo! Fizemos isto com o fim de que no Dia da Ressurreição não dissésseis: Não estávamos cientes. 7: 172. Ou, para não dizerdes: Apenas os nossos pais idolatraram, antes, e somos sua descendências, após eles. Tu nos aniquilas pelo que fizeram os defensores da falsidade? 7:173 

Portanto, Integrar-se do núcleo do Islam é baseada na condição de obedecer ordens de um superior Deus, porém com direito de tomar decisões livres ou de se expressar da forma que bem entender. Obtendo bons resultados, ou as ma´s consequências.  Assim como foi o lucífer, aquele conhecido como símbolo da desgraça.

 

No Alcorão Sagrado, vem mencionado o episódio com provas claras, que aponta existência do direito da criatura de tomar decisões livres ou de expressar da forma que bem entende, mesmo nos assuntos polemico que levará seu autor as ruinas.

  1. E, com efeito, criamos-vos; em seguida, configuramos-vos; depois dissemos ao anjos “Prosternai-vos diante Adão!” E todos se prostraram, menos Lúcifer, que se recusou a ser dos prostrados.
  2. Perguntou-lhe (Deus): Que foi que te impediu de prostrar-te, embora to tivéssemos ordenado? Respondeu (O lucífer): Sou superior a ele; a mim criaste do fogo, e a ele do barro.
  3. Allah, disse: “Então, desça dele! E não te é admissível te mostrares soberbo nele. Sai, pois, por certo, és dos humilhados!
  4. Lúcifer disse: concede-me dilação, até um dia, em que eles serão ressuscitados.
  5. Allah disse: “Por certo, és daqueles aos quais será concedida dilação!

16 Satã Disse: Então, pelo mal a que me condenaste, ficarei, em verdade, desviá-los-ei da Tua senda reta.

17 E, então, atacá-los-ei pela frente e por trás, pela direita e pela esquerda e não acharás, entre eles, muitos agradecidos!

18 Deus lhe disse: Sai daqui! Vituperado! Rejeitado! Juro que encherei o inferno contigo e com aqueles que te seguirem.

Ou Alguém afirmar que:

- “O Islam, é religião de Paz ao se desculpar do erro praticado pelo integrante muçulmano, ou o não muçulmano, como fosse tentar obter uma saída” - O ouvinte vai escutar que o Islam é uma Religião de paz, porém, ainda existem dúvidas não esclarecidas. Isto é; não conseguem captar a paz que o Islam fornece, se é da alma, do espirito ou das condições materiais que consiste em saúde, riquezas, filhos, esposa, família, etc”.

O que não abrangem, esta, que a palavra” PAZ,” é a base fundamental de todas as instituições criadas pelo homem, seja de caráter, cientifica, filosófica, sociológica, política, econômica, religiosa, incluindo as classes de crimes organizados, pois seu alicerce se resume “bem estar neste mundo” e todos estão unanimes. Muita riqueza é investida diariamente, e muito tempo é desperdiçado para alimentar as tais instituições, porém todos os dias o sangue do homem inocente, jorra no solo terrestre pelo fruto de PAZ.

Portanto, A paz do Islam,- consistem a atividade, ou a forma que o Ilsma, atua, ao alcançar o solo fértil, que o islam, é reconhecido pelos os povos pertencente ao solo, como foi no caso da Abissínia, que negou a extradição dos primeiros muçulmanos refugiados, quando os coraixitas solicitaram. Pois, os abissínios, não eram tolos sobre as questões e objetividade do Isslam. Assim que Jaafar Ibn Abi Tálib, quando disse para o Negus, conforme a informação prossegue:

 “Óh, imperador, éramos um povo ignorante, adorávamos ídolos, alimentávamo-nos de carniça, cometíamos obscenidades, não respeitávamos os laços consanguíneos nem respeitávamos os vizinhos. O forte entre nós explorava o fraco. Permanecemos nessa situação até que Deus nos enviou um Mensageiro de nossa própria estirpe, cuja linhagem conhecíamos, bem como a sua veracidade, sua lealdade e sua integridade. Ele nos convocou para adorarmos somente a Deus e abandonarmos o que adorávamos antes, nós e os nossos pais, entre pedras e ídolos. Ordenou-os dizer a verdade, cumprirmos as nossas promessas, estreitarmos os laços familiares, respeitarmos os direitos dos vizinhos, a nos abstermos do crime e do derramamento de sangue. Ele nos ordenou a nos afastarmos das obscenidades, a não prestarmos falso testemunho, a não usurparmos as propriedades dos órfãos, a não difamarmos as mulheres castas. Ordenou-nos adorar somente a Deus e a não Lhe atribuir semelhantes. Recomendou-nos a prática da oração, o pagamento do tributo e o jejum.”

O Negus lhe perguntou: “Você tem algum texto que

Muhamamad, lhes transmitiu a respeito de Deus? ”.

Jaafar, respondeu: “Sim, tenho. ”

O Negus lhe pediu: “Recita-o para mim.”

Jaafar, recitou uma parte da Surata de Maria

(a.s.). O Negus e os prelados que o acompanhavam choraram ao ouvir a recitação. Então, ele disse: “Isso e o que Jesus transmitiu tem a mesma origem”.

Ou, de uma nação com suas crenças, religiões e costumes, onde o islam se estabelece pacificamente sem descordar qualquer atitude praticado pela nação, a se colocar na qualidade de mãe educadora para melhoria de sua cria. Assim como encontramos diversos documentos registrados, que alega a preservação de símbolos das nações nos locais onde houve a conquista do islam.  Pois, o objetivo do islam, de se estabelecer nos solos ocupados pela as nações, é a questão da própria nação. Ou seja, muçulmano não caiu dos céus, e nem brota abaixo do solo terrestre, o muçulmano pertence aos povos. Como é sabido que todos os povos, tem crenças, costumes e religiões diferentes, o islam, torna tolerante. Assim como é mencionado no Alcorão Sagrado que: "Não existe imposição no Deen (Normas Islamicas)". (Al-Baqarah, 2:256) em outro sentido o ISLAM É TOLERANTE.

As massas das nações se reverteram, ou revertem para o Islam, (tornam, ou retornaram de ser muçulmanos), assim como aconteceu o povo da região da Arábia Saudita, e as regiões que circunvizinhança, deixando seus costumes, suas crenças e suas religiões, a tornarem muçulmanos.

A tolerância DO ISLAM é o mecanismo que sustenta os direitos humanos, o pluralismo (incluindo o pluralismo cultural) e o estado de direito. O Alcorão afirma muito explicitamente: "Temos prescrito a cada povo ritos a serem observados. Que não te refutem a este respeito! E invoca o teu Senhor, porque segues uma orientação correta. Porém, se te refutam, dize-lhes: Deus sabe melhor do que ninguém o que fazeis! Deus julgará entre vós, no Dia da Ressurreição, a respeito de vossas divergências. (Al-Hajj, 22:67-69)

Pontos essenciais. Talvez no furo, existam impérios que combaterão o Islam, muito mais do que na atualidade, porém as chances de vencer são mínimas. Pois, o Islam é tolerante, e os muçulmanos são cidadãos que pertence aos povos e, a objetividade do islam, está em condicionar os povos para sua melhoria. Portanto, se um império desejar acabar com o islam, estará sujeito a derramar sangue de seus cidadãos. Porque o islam, não precisa importar e mesmo exportar seus combatentes. Conforme as pesquisas; De entre os mais de um bilião de Muçulmanos existentes no mundo actual, apenas 200 milhões são Árabes. E entre estes, aproximadamente 10% não são Muçulmanos. Por conseguinte, os muçulmanos Árabes constituem somente 20% da população Muçulmana do mundo.

Portanto obtemos o significado da palavra AL- ISLAM, quando unimos duas orações que se completam, que tenham equivalência assindética, as quais são classificadas como orações coordenadas.

Em outras palavras, quando duas orações dentro de um período se completam para passar uma mensagem, mas podem ser separadas e ainda manterem sentido individualmente, isso é justamente o que se aplica no caso especifico para entender o significado da palavra Al- Is slam. Assim vem mencionado dentro do Alcorão Sagrado, CONFORME prossegue:

...ورضيت لكم الإسلام دينا " (المائدة)

Waradeetu lakum Al-is slama Deenan...
E vos aponto o Islam como código...


... 
إن الدين عند الله الإسلام

Inna Al-deena Aainda Allahi Al-is slamu...
Para Allah, o código é o Isslam


.وَمَنْ يَبْتَغِ غَيْرَ الاْسْلاَمِ ديناً فَلَنْ يُقْبَلَ مِنْهُ " (85 آل عمران )

Wa  manyabtaghi khayra Al- is slami deenan falany uqbala min´hu wahuwa fee alakhirati mina alkhasireena.
E se alguém preferir outro código, que não seja do Islam jamais será aceito...

 

Se unir as duas palavras conforme acima mencionado Al- Is-slama Deenan, (O Islam Código) Al- deena Al- Is- slamu (O código o é o Islam) -  Al- is -slami Deena, (O Is- slam como Código), logo observa-se a abertura do entendimento da palavra Al is-slam, tratar-se um conjunto de disposições, de regulamentos legais aplicáveis em diversos tipos de atividades, pertinentes a espécies.

E assim vê-se que a palavra AL- IS-SLAM, trata-se de um domínio de normas e regulamentos de caráter imperativa, de um sistema existente que agrega todos os códigos administrativos do sistema universal para as aplicações dos contextos a todas as existências. 

Um sistema que abrange todas as áreas de campo de atividades das espécies tais como; crença, legislação, cultos, relações sociais e culturais, relações econômicas, relações, políticas etc.

Ao examinarmos os diversos fator que compõe a vida dos seres humanos, veremos que, todas as suas atividades são movidas pelas as partes conforme prossegue:

  1. uma parte diz respeito à relação do homem com o seu Criador, como a oração, o jejum, a peregrinação, etc.
  2. uma parte diz respeito à relação do homem consigo próprio, como a higiene, a purificação, a conservação da vida, etc.

 

3. Outra parte se situa no círculo da relação do homem com os outros, como a relação com a família, com a sociedade, com a nação, no que diz respeito aos direitos do casal, da herança, do comércio, da jurisprudência, da política e dos direitos trabalhistas.

4. Uma parte representa a relação do homem com os animais, com as plantas, com a natureza e o que está possui de benefícios e riquezas, ou a relação com as coisas, com a produção, com a matéria, como a bebida inebriante, o ópio, etc.

5. A relação do conhecimento científico e intelectual em relação a tudo o que foi citado acima.

Todas essas relações são intrincadas e necessitam de organização para se evidenciar sua obrigatoriedade, proibição e permissão. A essa organização de regras e limites que regulamentam a relação do homem em seus múltiplos aspectos damos o nome de “lei”.

Por exemplo, o Islam instituiu o conhecimento de Deus, a prática da oração, da justiça social e econômica, a disposição dos bens terrenos para todos, proibindo a injustiça, as bebidas inebriantes e a calúnia. Determina a impureza da urina e considera que a pessoa que mata outra, intencionalmente, estando a ela vinculada por herança, está proibida de herdar seus bens.

Nestes comentos, percebemos que o Islam limitou a atitude e instituiu a lei, cujo objetivo é organizar a vida e as diferentes relações humanas. Essa lei tem como fonte Deus, glorificado seja.

Portanto, de um ponto de vista estritamente islâmico, lei é “o conjunto de regras de inspiração divina que organiza a vida humana e suas diferentes relações. ”

Por isso, o círculo dessas leis se amplia de acordo com a ampliação do círculo da vida, em todas as suas ocorrências.

A lei islâmica abrange uma enorme potência legislativa, uma aptidão incomparável de multiplicação e dedicação legislativa. Esse é o segredo da eternidade da lei islâmica, da fonte de sua vitalidade e autenticidade.

O muçulmano encontra uma lei para tudo que interessa a suas atividades ou descobertas. Não há uma questão, pequena ou grande, na vida, ligada à relação do homem, que não tenha uma lei e uma posição legislativa determinada.

Ela evidencia a responsabilidade do homem, a sua função prática de forma claramente legal, de acordo com a lei islâmica, que diz: “Não há uma ocorrência que não tenha uma lei divina que a regulamente. ”

Depreende-se disso, também, que o homem responsável desfruta, de um lado, de uma clara e exata visão de comportamento, e de outro, de um critério prático, por meio do qual consegue limitar e precisar suas práticas diárias.

Esse critério prático está à disposição do homem desde a idade da responsabilidade legal e sua orientação deve ser seguida. A lei lhe assegura tanto a felicidade e a utilidade das coisas como rechaça a corrupção e as causas da infelicidade. Assim se define o islam de forma islâmica.

Definição do ISLAM Dentro do Alcorão Sagrado

Anseiam, acaso, por outro Deen (Código), que não e de Allah, Todas as coisas que há nos céus e na terra, quer elas queiram, ou não, estão-Lhes submetidas, e a Ele retornarão 3.83

A elucidação do versículo do Alcorão acima mencionado faz surgir algo extraordinário para se refletir.  Transmite informações esclarecedoras, a dar conclusões de nossa busca.

O versículo define o ISLAM, de forma compreensiva, de modo a entender não se tratar de uma situação, cuja sua compreensão se dá apenas na vida privada do homem. Compreensão que visa ISLAM, ser sistema administrativo com código eterno aplicados nos universos para todas as espécies. CONFORME SEGUE: “...Todas as coisas que há nos céus e na terra, quer elas queiram, ou não, estão-Lhes submetidas...”

Não resta dúvida que o ISLAM, não deve ser visto como uma religião, a ser observado e fixado nos seus códigos ritualísticos. O que precisa ser percebido está que o ISLAM, não doutrina somente os códigos ritualísticos, que compõem métodos de práticas para purificação da mente e da alma, tais como rezar, jejuar etc. E nem ressurge para trabalhar somente para as questões de relig.

Também se observa a existência de outros propósitos que o ISLAM tem como para ajustar. Propósitos que não seria capaz sua correta execução sem a sua cooperação.

O que não está sendo alcançada, está no que se pode procurar, conforme questionário; por qual motivo foi manifestado os códigos do sistema universal para a espécie humana, não seria melhor a espécie humana viver esses códigos cegamente como outras espécies, que vivem conscientemente, obedecem, sem contestar e nem questionar?

Naturalmente, todos os seres humanos são adotivos, e não são tutores. Mesmo aquele que se julgar de independente, esse julgamento é ilusório. “E de quando o teu Senhor extraiu das entranhas dos filhos de Adão os seus descendentes e os fez testemunhar contra si próprios, dizendo: Não é verdade que sou vosso Senhor”? Disseram: Sim! Testemunhamo-lo! Fizemos isto com o fim de que no Dia da Ressurreição não dissésseis: Não estávamos cientes. 7: 172.

Os códigos do sistema universal foram manifestados para a espécie humana, por pertencer grupo de seres adotivos por propósito, a fazer com que o ser adotivo tenha ciência do motivo de sua adoção “Fizemos isto com o fim de que no Dia da Ressurreição não dissésseis: Não estávamos cientes”.   Dessa forma os códigos do sistema universal têm se infiltrado nas atividades concebidas pelos seres humanos, justamente para garantir-lhes uma realidade que os mesmos conseguem sentir de maneira racional sem que haja sua inocência.

Por certo que apresentamos a custódia aos céus, a terra e as montanhas, que se negaram e temeram recebe-la; porém, o homem se encarregou disso, mas provou ser injusto e insipiente. 33:72

Conclua-se em tese de forma islâmica, que A palavras “ISLAM” expressa a Normas de Cárter Imperativo - um sistema existente que agrega todos os códigos administrativos do sistema universal para as aplicações dos contextos a todas as existências. Esses códigos formam um padrão de modo constituído sendo que alguns dos códigos se aplicam nos seres naturalmente. Assim Deus disse: ...Quer elas queiram, ou não, estão-Lhes submetidas, e a Ele retornarão” 3.83

 

Islam e Autoridade do Islam

No ISLAM, a única autoridade competente é o Criador- Allah/ Deus, e sua divina vontade, ninguém a não ser Ele, pode promover uma ordem. Todas as coisas que há nos céus e na terra, quer elas queiram, ou não, estão-Lhes submetidas.

No ISLAM, se submeter à vontade de Deus, significa unicamente pôr em prática conscientemente pelo uso dos meios lógicos tangíveis o que Deus estabeleceu para que seja exercitada para as espécies, ensinado pelos seus mensageiros, também chamadas Leis do ISLAM.

 Essas leis são obedecidas e executadas por todos se exceção e sem contestação, ou seja, as leis islâmicas reinam para todas as espécies que neles fazem parte. E não existindo normas dentro do ISLAM formadas pela as espécies.

Os cidadãos com suas nacionalidades podem adotar e aplicar nos seus países, porém não podem alterar a qualquer norma do código do sistema, isso pode provocar a ira de Deus. Conforme Deus disse:  As palavras do teu senhor já se têm cumprido fiel justiceiramente, pois Suas promessas são imutáveis. 

Criação de estados islâmicos, e a criação dos partidos políticos islâmicos nas nações não se aplica a ordem da constituição universal.

Nacionalização, e regionalização do Islam, formam atitudes que contradiz o objetivo principal do Islam. Pois o islam está para unir e não para a desunião.

A pessoa muçulmana se submete conscientemente os argumentos do ISLAM, além de conscientizar-se de que os mesmos não emanam de quaisquer cidadãos dos mundos, mas sim diretamente de Deus o único.

As palavras do teu senhor já se têm cumprido fiel justiceiramente, pois suas promessas são imutáveis, porque Ele é o Oniovinte, e Sapientíssimo. Se obedeceres á maioria dos seres da terra, eles desviar-te-ão de Allah, porque não professam mais do que a conjectura, e não fazem mais do que inventar mentiras. Al. 6:115.116.
 

Pequeno Dicionário sobre a palavra “DEEN” – Código

A palavra “Deen” foi utilizada na língua árabe com diversos significados. Eis alguns: 1 – Como punição: Foi utilizada com o sentido de punição em diversas passagens no Sagrado Alcorão. Disse Deus, Glorificado e Exaltado seja: “Soberano do dia do Juízo” – em árabe: “Málikiyaumi’Deen” – isto é, “Soberano do Dia da Punição”.(Surata “Al-Fátiha”, 4). Foi utilizada, também, nos nobres Ditos Proféticos1 com o significado de punição, como, por exemplo: “Ó filho de Adão! Seja o que quiser: do mesmo modo que pune, ( DEEN) será punido.”(DEEN)

2- Como obediência: O termo Deen foi utilizado em alguns temas no Sagrado Alcorão com o sentido de obediência. Disse Deus, Glorificado e Exaltado seja: “Seu é tudo quanto existe nos céus e na terra. Somente a Ele devemos obediência (Walahu DEEN) permanente. Temeríeis, acaso, alguém além de Deus?” (An-Nahl, 52). Foi utilizado, ainda, em vários momentos nos Nobres Ditos Proféticos no sentido de obediência como, por exemplo: “O conhecimento é o Deen que se pratica”, isto é: “é a forma pela qual obedecemos a Deus”. E “o homem adotou o Islam como Deen”: significa que o homem é devoto do Islam e tornou-se culto através dele. Se quisermos conhecer o Deen, de modo geral e sucinto, podemos dizer: O Deen é conhecimento e obediência, de acordo com a determinação divina. Para esclarecer isto, dizemos: Os princípios e as bases do pensamento e da conduta doutrinária e ideológica do ser humano são os próprios princípios da religião.

Pretende-se com isto dizer que são estes princípios compreendem questões vinculadas à crença e à conduta reflexiva do ser humano, sobre os quais são construídos os componentes da religião ligados às ações humanas, ou seja, ligados à conduta prática da pessoa.

As determinações da religião agem no sentido de dar uma orientação quotidiana ao ser humano e organizar a sua vida individual e social. Em síntese, o conhecimento e a crença são chamados princípios do Din. Portanto, Deen é conhecimento, obediência, conhecimento dos princípios religiosos e obediência a suas determinações. Assim, o seguidor dos códigos legislativos islâmicos (DIN) infere que o conceito de Deen , partindo-se de um ponto de vista puramente corânico , é profundo e complexo.

Este conceito compreende a ação divina em geral, que abrange todas as pessoas, animais, plantas e coisas, em qualquer tempo e lugar, não aceitando qualquer modificação ou transformação com o passar do tempo e a sucessão das gerações. É necessário que todas as pessoas sigam o entendimento do Alcorão, pois a Escritura apresenta-se à humanidade como Verdade válida em toda sua evolução histórica, mantendo um só aspecto ao longo do tempo, sem contradição nem discrepância.

Um aspecto digno de nota é que o Alcorão não utiliza, em absoluto, a palavra Deen no plural, ou seja, “Adian”. Afirma, sim, no singular como, por exemplo: “Para Allah, (Deen) é o Islã. E os adeptos do Livro só discordaram por inveja, depois que a verdade lhes foi revelada. Porém, quem nega os versículos de Allah, saiba que Allah é Destro em ajustar contas”. (Ál-Imrán, 19). “Quem quer que siga outra religião (Deen), que não seja Islam, (ela) jamais será aceita e, no Outro Mundo, contar-se-á entre os desventurados”. (Ál-Imrán, 85).

 

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