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O conceito de Islam sobre a mulher

17 Abril 2016 Autor:  

بسم الله الرحمن الرحيم 
Em nome de Allah, O clemente o Misericordioso

A jurisprudência islâmica é composta, basicamente, por 4 campos. O primeiro campo trata da ‘relação entre o Criador e  a criatura’, designado “monoteísmo”. O segundo campo trata da família, designado “relações sociais”. O terceiro campo trata de “relações comerciais”, e, o quarto campo, do “direito”.

No Islam, o assunto sobre a família toma importância logo depois do reconhecimento a Deus, e é edificada sob a união entre o homem e a mulher, com base no consentimento mútuo entre ambos e na presença de tutores e testemunhas. Logo em seguida, o Islam propõe direitos que o homem deve reconhecê-los e dá-los à sua parceira, criando um ambiente adequado e capaz de ajudá-la a contribuir, eficientemente, na educação da sociedade; pois, ela desempenha o papel de educadora central. E para que isso fosse possível, o Islam concedeu à mulheres os seguintes direitos:

Direitos da Família

A jurisprudência islâmica é composta, basicamente, por 4 campos. O primeiro campo trata da ‘relação entre o Criador e  a criatura’, designado “monoteísmo”. O segundo campo trata da família, designado “relações sociais”. O terceiro campo trata de “relações comerciais”, e, o quarto campo, do “direito”.

No Islam, o assunto sobre a família toma importância logo depois do reconhecimento a Deus, e é edificada sob a união entre o homem e a mulher, com base no consentimento mútuo entre ambos e na presença de tutores e testemunhas. Logo em seguida, o Islam propõe direitos que o homem deve reconhecê-los e dá-los à sua parceira, criando um ambiente adequado e capaz de ajudá-la a contribuir, eficientemente, na educação da sociedade; pois, ela desempenha o papel de educadora central. E para que isso fosse possível, o Islam concedeu à mulheres os seguintes direitos:

Os Direitos da Mulher no Islam

De acordo com Oxford, o termo “Direitos da Mulher” referem-se (aqueles direitos que promovem a posição da igualdade social e legal entre a mulher e o homem). Serão evitadas,  neste tema, algumas idéias modernas e declarações categóricas, feitas por algumas entidades sem experiências sobre como deve ser o desempenho da mulher numa sociedade. As conclusões estarão em torno de fatos aprovados.                                                                                                        Se o leitor, no entanto, quiser acreditar na forma como a Mídia ocidental tem apresentado ao mundo sobre os direitos da mulher no Islam, então, não teremos como negar que o Islam oprime a mulher. Mas, é bom se saber que a liberdade da mulher que o Ocidente alega ter proporcionado, não passa de uma forma disfarçada para a exploração do corpo, a depravação da honra e a degradação do íntimo dela. O Ocidente alega ter elevado a mulher, quando na verdade a rebaixou ao nível de amante, concubina e sociedade de borboletas, que são usadas como produto para o mercado dos caçadores do sexo. O mesmo sistema cultuado pelas antigas civilizações, como a da babilônica, da Grécia, de Roma e do Egito.

Se analisarmos a civilização babilônica, naquela época, se um homem cometesse homicídio, em vez de ele ser punido, a sua esposa era executada no lugar dele.

Na civilização grega, a famosa “Pandora” foi considerada o início da desgraça na sociedade grega. A mulher na civilização grega era apenas um instrumento comercial para fins sexuais.

Quando Roma atingiu o auge da sua civilização, o homem podia matar sua própria mulher, por razão que ele bem intendesse, e não havia punição sobre ele.

O que hoje chamamos de “desfile de mulheres modelos”, ou seja, miss-modelo, é um reflexo (legalizado) da prática dos romanos, que faziam para escolher uma boa escrava para fins sexuais.

Na civilização egípcia, a mulher era considerada como símbolo de satanás.

Antes da revelação do Alcorão, entre os árabes o nascimento de uma menina era uma desgraça também, e ela era enterrada viva. Graças a Deus, depois da revelação do Alcorão, a mulher ganhou o seu lugar.

Importa sublinhar que se alguém quiser julgar os direitos da mulher no Islam, será inadequado julgá-los verificando a prática de certos indeviduos ou sociedades islâmicas do mundo de hoje. Portanto, deverá olhar no Alcorão e nos ensinamentos autênticos do Profeta Muhammad.

Os “Direitos da mulher no Islam”, podem ser divididos em seis (6) categorias:

  • Direitos espirituais da mulher no Islam;
  • Direitos económicos da mulher no Islam;
  • Direitos sociais da mulher no Islam;
  • Direitos da educação da mulher no Islam;
  • Direitos legais da mulher no Islam e
  • Direitos políticos da mulher no Islam.

1-Direitos espirituais da mulher no Islam:

O homem e a mulher são iguais no Islam, mas a igualdade não quer dizer que eles são idênticos. Eles são diferentes em termos físicos, biológicos e psicológicos. As vezes, eles são iguais em uma tarefa e diferentes em outra.

Existe uma concepção equivocada, especialmente no Ocidente, de que o paraíso é designado para apenas os homens. No Islam este equívoco pode ser resolvido simplesmente citando a Surata “An-Nissá”, 4:124 que diz: “Aquele que praticar o bem, seja homem ou mulher, enquanto for crente (em Deus), esses são os que entrarão no Paraíso e nada sofrerão em prejuízo, por mínomo que seja”. Algo similar é mencionado na Surata “An-Nahl”,  16:97 também na Surata “Gháfir”, 40:40. Partindo destes versículos, fica claro de que a pessoa entrará no Paraíso com base na fé e nas boas obras, seja homem ou mulher.

Na Surata “An-Nissá”, 4:1 consta o seguinte: (Ó humanos! Temei a vosso Senhor, Que vos criou de uma só pessoa e desta criou sua mulher...). Isso quer dizer que tanto o homem quanto a mulher foram criados a partir da mesma natureza. Sendo assim, eles são espiritualmente iguais. Na Surata Issrá, 17:70 diz: “Por certo, honramos os filhos de Adão...”, todos os filhos de Adão, homem ou mulher, branco ou negro, rico ou pobre, Deus os honrou, por igual. A diferença, entre eles, está na graça, uns têm mais e outros têm menos.

Algumas religiões, fora do Islam, culpam a Eva (que a paz de Deus esteja com ela) de que ela foi quem seduziu Adão para comer a fruta proibida, através da qual os humanos nascem no pecado. Isso fica claro em Genesis, 3:1-12, e de acordo com os católicos, em Eclesiásticos 25:24 consta: “Foi pela mulher que começou o pecado, e é por culpa dela que todos morremos”. No Alcorão e nos ensinamentos autênticos do profeta do Islam (a paz esteja com ele), não existe nenhuma referência direta ou indiretamente que coloca a culpa exclusivamente à Eva. O Alcorão refere os dois como culpados. Na Surata Al-Aãraaf, 7:19-23, diz que ambos foram inspirados as palavras do perdão, eles as repetiram e foram perdoados. Pelo contrário, na Surata Twáhá 20:121, a culpa é colocada ao Adão sozinho.

De novo em Genesis 3:16, diz: “Multiplicarei grandemente a tua dor, e a tua conceição; com dor darás à luz filhos; e o teu desejo será para o teu marido, e ele te dominará”. De acordo com a Bíblia, a gravidez é uma maldição e castigo da parte de Deus para a mulher.

O Alcorão diz o contrário, pois no Islam, a gravidez faz com que a mulher receba uma honra exclusiva. Na Surata An-Nissá 4:1, Deus ordena-nos a respeitar o útero que nos carregou. Na Surata Luqmán 31:14, Deus recomenda-nos a sermos benevolentes às nossas mães, pelo sofrimento que elas passaram por nossa causa. A mensagem é repetida na Surata Al-Ahqáf 46:15.

Consta num dito do Profeta Muhammad, narrado por Bukhari, Hadith nº 5514, que um homem veio ter com o Profeta e disse: “Quem dos meus parentes tem mais prioridade da minha benevolência? O Profeta respondeu: ‘Tua mãe’. Ele perguntou por três vezes, e o profeta repondendo: ‘Tua mãe’, e na quarta vez o profeta disse: Teu pai”. A única característica para julgar a diferença entre um e o outro, perante Deus, é pela piedade ou devoção, como consta na Surata Al-Hujrát 49:13, que diz: “Ó humanos, em verdade, Nós vos criamos de macho e fêmea, e vos dividimos em povos e tribos, para que vos reconheceis, uns aos outros; por certo, o mais honrado dentre vós, perante Deus, é o mais piedoso. Sabei que Deus é Sapientíssimo e bem inteirado”.

2-Os Direitos Económicos da Mulher no Islam

O Islam concedeu à mulher muçulmana os direitos económicos 13 séculos antes do Ocidente. Depois da revelação do Alcorão, uma mulher adulta, casada ou não, ganhou a permissão de desfrutar dos seus bens sem a intervenção de alguém. De outro lado, se você for ler a história, a primeira vez que o Ocidente concedeu direitos à uma mulher, foi em 1870, sob a lei  especial de herança da mulher casada. Depois esta lei foi revisada entre 1882-1897. No Islam a mulher é bem segura, financeiramente.

Antes de ela casar, os aspectos económicos, para ela, devem ser providenciados pelo seu pai e irmão. E depois que ela casar, o seu marido ou filho são responsáveis por ela. Ela não precisa trabalhar para sobreviver, enquanto tiver filho crescido, ou marido, ou irmão. Em resumo, no Islam, a responsabilidade de aquisição financeira para a manutenção familiar foi colocada sobre o homem. Ele é quem deve fornecer tudo quanto a mulher necessitar. Mas se ela quiser trabalhar e ganhar dinheiro, pode fazé-lo, desde que esteja dentro dos parâmetros islâmicos, i.é. vista-se decentemente e não esteja isolada com um homem estranho. Como também lhe é proibida a profissão que requer a exibição do corpo, no exemplo de: Miss, dança etc.

Existem também profissões proibidas, no Islam, para ambos os sexos, por exemplo: fábrica de bebidas inebriantes, laboratórios onde se produzem virus ou substâncias com fins maldosos, loterias, comércio desonesto, roubo, etc. Fora disso, a mulher pode tomar uma profissão honrosa, por ex: ser professora, médica etc. Portanto, se a mulher trabalhar, qualquer coisa que ela ganhar, enquanto tiver marido ou filho, ela não tem a obrigação de gastar o seu dinheiro na família. É direito dela fazer o que quiser com o seu dinheiro.

No Islam, durante o casamento a mulher recebe “dote” do seu noivo. Surata An-Nissá 4:4 (E concedei às mulheres, no casamento, um dote como forma de uma dádiva). No Islam o dote é obrigatório, sem ele o casamento não é completo. Ela é quem deve decidir o que quer do seu noivo como dote, e é completamente proibido os pais dela determinarem o dote ao noivo, direta ou indiretamente.

Em caso de haver divórcio, ela deve receber o sustento do seu ex. durante 3 meses. Mas se o divórcio ocorreu no período de gravidez, ela recebe o sustento até dar parto, e depois do parto, outro sustento entra em vigor até à puberdade da criança.

Ela tem direito a heranças, mas gostaria de explicar o erro que o Ocidente tem alegado ser injustiça. Na herança entre uma mulher com seu irmão, o Alcorão diz na Surata An-Nissá 4:11, que o homem recebe o dobro da mulher. O Ocidente diz que é injustiça, pois deviam receber por igual. Para clarificar isso, se a herança for de R$150, o rapaz recebe R$100 e a moça recebe R$50, porquê? Porque o rapaz tem a responsabilidade de cuidar da família dele e da sua própria irmã divorciada, com aqueles R$100, enquanto que ela pode ou não gastar o seu dinheiro. Sendo assim, seria injustiça eles receberem por igual, e ainda o rapaz ter que sustentá-la com o que recebeu.

3-Os Direitos Sociais da mulher no Islam

Os direitos sociais da mulher no Islam podem ser divididos em quantro sub-categorias: Direitos da filha, direitos da esposa, direitos da mãe e direitos da irmã.

Começando com os direitos da filha: como mencionado anteriormente, os árabes antes da revelação do Alcorão enterravam suas filhas vivas, como forma de se livrarem da vergonha social (entre elas). O Alcorão proibiu essa prática, como consta na Surata At-Takwir 81:8-9, que Deus irá questionar a filha enterrada viva, “De que crime ela foi morta”? O Alcorão proíbe também o aborto (por diversão), de qualquer feto humano, consta na Surata Al-Anãm 6:151. Uma mensagem similar é mencionada na Surata Isrá 17:31. O Alcorão não só proíbe o aborto (por diversão), como também condena a má intenção dos pais, que se erritam ao saberem que terão uma menina, segundo cita a Surata An-Nahl 16:58-59.

Os direitos da esposa: a maior parte das religiões, fora do Islam, considera a mulher como um instrumento de Satanás. Ao contrário, o Alcorão refer a mulher como (Muhsinah) i.é. “fortaleza contra o mal”, porque uma mulher piedosa impede o marido de se desviar da conduta e do caminho certo. Na Surata An-Nissá 4:21, o casamento é referido como sendo “Uma aliança sagrada”. Consta no livro do Imam Muslim, Hadith 2485, que o profeta disse: (Ó jovens! Quem de vós tiver a possibilidade de se casar deverá fazê-lo, porque isso lhe será útil para o abaixar da vista e a preservação contra o cometimento de relações (conjugais) indecentes...). O Profeta proibiu o celibato, como consta no livro do Imam Bukhari, Hadith  nº 4685.

No Islam uma das condições para se celebrar o casamento é a aceitação voluntária da mulher. Se ela não aceitar o noivo, então o casamento é cancelado, nulo. O Alcorão diz, na Surata An-Nissá 4:19 (Ó vós que credes! Não vos é lícito forçar as mulheres, contra a vontade delas...). No livro de Bukhari, Hadith 4743, consta que uma mulher chamada “Khansá Bintu Khidham” veio queixar-se diante do Profeta, pelo fato de que seu pai tivera-lhe obrigado a se casar com alguém que ela não o amava, e o Profeta logo anulou o casamento. O Alcorão diz, na Surata Al-Baqarah 2:228 que: “Elas têm direitos iguais às suas obrigações, convenientemente. E há para os homens um degrau (de vantagem) acima delas...”. De cordo com este verso, homem e mulher têm direitos iguais exceto que o homem tem um grau de liderança, acima dela. Alguns muçulmanos, infelizmente, julgam que a vantagem de liderança ou gestão que lhes foi conferido significa “superioridade”, e isso está errado.

Mais adiante, o Alcorão diz, na Surata An-Nissá 4:19 que: “...convivei com elas honestamente, mesmo que detestem algo delas. E, se algo detestardes delas pacientai, pois às vezes detestais umas, quando Deus dotou-as de muitas vantagens (virtudes)”. A mulher no Islam é considerada edificadora da sociedade, porque a educação moral que a sociedade precisa está nas mãos dela. E ela não está casada ao seu superior, devendo tratá-la desonestamente; pelo contrário, ela está casada com alguém igual a ela, o Alcorão diz, na Surata Al-baqarah 2:187 “...elas são vestimentas para vós, e vós sois vestimentas para elas...”, e bem se sabe que o objetivo da vestimenta é para proteger e ornamentar o corpo. Porém, a tarefa dos casais é proteger e esconder defeitos de um e outro, mutuamente.

Quanto aos direitos da mãe, o Alcorão diz, na Surata Isrá 17:23-24 “O decreto de teu Senhor (ó Muhammad) é que não adoreis senão a Ele; que sejais indulgentes para com vossos pais. Se a velhice alcançar um deles ou ambos, enquanto em vossa companhia, não lhes repreendais, nem griteis com eles; mas sim, dirigi-lhes palavras honrosas. E estende (tu filho ou filha), sobre eles, as asas da humildade, e suplica (a favor deles) dizendo: Ó Senhor meu, tem misercórdia de ambos, assim como eles tiveram para comigo, criando-me desde pequeno”. Não existe casa de velhos no Islam, nem asilo.

Sobre os direitos da irmã no Islam. O Alcorão diz, na Surata At-Taubah 9:71 : “Os crentes e as crentes são protetores uns dos outros....”. Como homem, a irmã do outro é também minha irmã, devendo protegê-la contra qualquer mal, ou socorrê-la quando ela necessitar.

4-Os Direitos da Educação da Mulher no Islam

A primeira revelação ao profeta Muhammad foi a instrução sobre a procura do conhecimento, Surata Al-Ãlaq 96:1-5. E no Islam, a procura do conhecimento é uma obrigação, tanto para o homem quanto para a mulher, como foi relatado pelo Ibn Majah, Hadith número 220 e At-Twabaráni, Hadith número 10285. E de acordo com a legislação islâmica, os pais têm a obrigação de educar os seus filhos ou enviá-los à escola, como também o homem tem a obrigação de educar a sua esposa, particularmente nas questões religiosas, e se ele não pode, então terá que a enviar à quem possa lhe educar.

Certa vez um grupo de mulheres vieram reclamar diante do Profeta, sob o fato de elas serem isoladas da educação direta do Profeta. Depois desta reclamação, o Profeta aceitou que elas recebessem a educação diretamente com ele. Ãicha, a esposa do Profeta, é um dos maiores exemplos de grandes escolas femininas no Islam. Foi através dela que os juristas muçulmanos, começando com os Califas, aprenderam alguns aspectos relacionados com o comportamento do Profeta a respeito da lei islâmica no que diz respeito à intimidade fisiológica de uma mulher, tal como a divisão da herança; porque ela dominava a matemática. Ela formou mais de 80 Escolas islâmicas, para além de 2210 Hadiths (relatos do ensinamento autêntico do profeta) que ela sozinha memorizava do Profeta.

A seguir é uma lista sobre algumas grandes figuras femininas no Islam:

1-Fátima Bint Qais, uma das companheiras do Profeta, que por tanto comhecimento que ela tinha sobre a jurisprudência islâmica, certa vez ela venceu Ãicha, esposa do Profeta, junto com o grupo dela, num debate.

2-Ummu Sulaimah, ela é referida como uma das mulheres muito inteligentes.

3-Ummu Dardá, a esposa de Abu Dardá, o Imam Bukhari designa ela como sendo uma fonte sobre a ciência de Hadith (tradição autêntica do Profeta).

4-Sayyidah nafissah, ela foi uma das Escolas islâmicas. Muitos aprenderam com ela, e um dos seus alunos é Imam Shafin, uma das quatro escolas islâmicas mais conhecidas atualmente.

5-Ãicha Bint Saãd Ibn Abi Waqqass, ela também foi uma das grandes escolas femininas, e um dos seu alunos é o Imam Málik, também uma das grandes escolas islâmicas da atualidade.

 

5-Os Direitos Legais da Mulher no Islam

No Islam, o homem e a mulher são iguais, nos termos da lei. Se um deles cometer crime, a punição será igual ao do género oposto. Por ex: se uma mulher matar ou tirar algum órgão de um homem, ela também será morta ou tirada dela o mesmo órgão que ela tirou do outro. Da mesma maneira, se um homem matar uma mulher ou arrancar algum de seus órgãos, sofrerá a penalização equivalente ao dano que ele causou à ela, de acordo com a lei do Islam mencionada na Surata Al-Baqarah 2:178-179. Mas se a família, sobre quem o dano foi causado, quiser perdoar ao causador, não importa o género dos membros da família que quiser perdoar no lugar do malogrado. Qualquer um, homem ou mulher, pode decretar o perdão, e é válido.

A punição de quem roubou, quer seja homem ou mulher, é amputar a mão, como consta na Surata Al-Máidah 5:38. E a punição para adúltero ou adúltera – solteiros - é açoitar a cada um deles com 100 açoites, Surata An-Nur 24:2. Portanto, no Islam, o homem e a mulher são iguais nos termos de aspetos legais.  E no Islam, a mulher tem o direito de ser testemunha, ao contrário de muitas religiões que a mulher não tem permissão de ser testemunha. Por ex: na comunidade judaica, o debate sobre a permissão do testemunho da mulher começou em 1950. Por outro lado, o Islam concedeu à mulher o direito de ser testemunha há mais de 14 séculos atrás. Aliás, o Islam protege a mulher contra a violação da sua modéstia, o Alcorão diz, na Surata An-Nur 24:4 “E aos que acusam de adultério às mulheres castas, mas não apresentam quatro testemunhas, açoitai-os com oitenta açoites...”.

Não existe, no mundo, fora do regime islâmico (que aplica as normas islâmicas), uma constituição que proteja a mulher inocente contra abuso à sua castidade ou modéstia. Este é um direito e lei exclusivos, que só uma mulher muçulmana, e no regime islâmico, pode desfrutar. No Ocidente e nos países que seguem a política ocidental, quando uma mulher casa, ela perde o seu apelido, devendo levar o apeido do seu esposo. No Islam, ela tem a opção de escolha, se ela quiser pode manter o seu apelido, e a maior parte do mundo islâmico, ela mantem o seu apelido.

6-Os Direitos Políticos da Mulher no Islam

O Alcorão diz, na Surata At-Taubah 9:71: “E os crentes e as crentes são aliados (protetores) uns aos outros...”. Eles não só ajudam-se uns aos outros socialmente, mas também ajudam-se mutuamente em termos políticos. Consta na Surata Al-Mumtahanah 60:12: “Ó Profeta! Quando as crentes te chegam, para se comprometerem (assinar um acordo)...aceita, pois, o seu compromisso...”. Nos dias de hoje, algumas sociedades muçulmanas excluem a mulher da profissão de chefe de estado, mas neste versículo o profeta é ordenado a confiar à mulher casos superiores ao cargo de chefe de estado. A mulher, no Islam, também pode participar na elaboração da constituição do estado. Consta que certa vez o califa Umar/ Ômar, o segundo califa, esteve discutindo na Mesquita, na época, (central administrativo do governo muçulmano), com seus companheiros sobre a tendência de colocar o limite máximo no dote, e uma mulher de trás da parede da mesquita respondeu: “Se Deus não colocou limite, quem é Umar/ Ômar para colocar limite?”. O califa, Umar/ Ômar, respondeu: “Na verdade, Umar/ Ômar está errado, e a mulher está certa”. Isso significa que ela proibiu um dos artigos na composição da constituição. Existem inúmeras menções no livro do Imam Bukhari sobre algumas batalhas em que as mulheres participaram, mas foram tomadas como socorredoras e não lutadoras.

Este é o resumo sobre os direitos legais da mulher no Islam; porém, conforme mencionado no princípio, no Islam o homem e a mulher são iguais, mas eles são diferentes em termos físicos, biológicos, fisiológicos e psicológicos. E por causa dessa diferença, o Criador colocou regras diferentes entre eles, como também colocou regras, as vezes sociais, entre um homem com outro.

Com base nisso, o Alcorão diz, na Surata An-Nissá 4:32: “E não desejeis aquilo com que Deus preferiu alguns de vós sobre outros. Há para os homens, porção em recompensa do que eles lograram, e (igualmente) há, para as mulheres porção em recompensa do que elas lograram. E pedi a Deus algo de Seu favor...”.

 Na Surata Al-Baqarah 2:216, diz que “...às vezes, odiais algo que vos seja melhor. E, as vezes, gostais de algo que vos seja pior. Deus sabe, e vós não sabeis”.

No Surat An-Nissá 4:19, diz: “...e as vezes odiais algo em que Deus faz existir nele um bem abundante”.

A referência do Capítulo 4:32 acima, foi revelada como resposta quando um grupo de mulheres foi exigir, junto do profeta, o direito de elas participarem em guerras também. E o profeta diz que o melhor combate para elas seria uma peregrinação perfeita. Os que se opõem dos ensinamentos do Islam neste sentido, principalmente o povo ocidental, eles mesmos admitem que existe diferença física entre o homem e a mulher, mas sempre eles criticam o Islam. o leitor nunca viu, e talvez jamais verá, mistura de sexos em uma competição esportiva internacional, em qualquer modalidade. Mulheres competem entre elas, e homens entre eles, não há mistura. Isso demonstra que o Ocidente sabe que fisicamente o homem não é igual à mulher. Mesmo assim, você jamais vai ver a Mídia criticando a comissão organizadora, de injustiça, mas se uma lei similar é iniciada pelo Islam, já é uma injustiça, para o Ocidente, e você vai ver o bombardeio sobre o caso nas TVs.

 

 

Islam Sul BR

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