Acessibilidade

09 Janeiro 2015 Autor:  

بسم الله الرحمن الرحيم 
Em nome de Allah, O clemente o Misericordioso

E nós revelamos a mensagem, para que expliques as pessoas o que lhes foi enviado, e para que elas reflitam. Alcorão 6, Vers. 44

ACESSIBILIDADE, é um código divino dentre os códigos de Deus o Único, constituído universalmente de forma única, e ninguém será capaz de inverter essa situação a definir de forma contrária que não seja o mesmo Deus, pois é um processo de artigos de existência fixado em uma parte integrada para todos os seres.  

E nós revelamos a mensagem, para que expliques as pessoas o que lhes foi enviado, e para que elas reflitam. Alcorão 6, Vers. 44

ACESSIBILIDADE, é um código divino dentre os códigos de Deus o Único, constituído universalmente de forma única, e ninguém será capaz de inverter essa situação a definir de forma contrária que não seja o mesmo Deus, pois é um processo de artigos de existência fixado em uma parte integrada para todos os seres.  

Adversidade constituem um conjunto de propósitos saudáveis e construtivo, com a base que cria os laços ligados ao espirito da certeza absoluta dos humanismos, a cultivar atmosfera de tratamento de valores e considerações de um como todos. Assim vem escrito no Alcorão Sagrado: “Ó humanos! Por certo, nós vos criamos de um varão e de uma varoa, e vos fizemos como nações e tribos, para que vos conheçais, uns aos outros. Por certo, o mais honrado de vós, perante Deus é o mais piedoso. Por certo, Deus é Onisciente, Conhecedor [Alcorão 49:13].

Diante Deus O Criador, não são as diferenças que motiva o estabelecimento de conceitos de separo e, de abandono uns dos outros, não há nenhuma razão para que essas diversidades, quer étnicas, culturais ou físicas, devam criar barreiras, ou provocar animosidades entre os seres humanos.  Como a nossa convivência ao longo de nossa história, onde se estabelecem conceitos difamatórios, criadas pela própria espécie, a fazer para que a vida dos que sofrem a esses conceitos percam a noção de se viver.

Que por sua vez haja lutas, revoluções e manifestações para que o direito de igual para igual seja a descoberta e as Leis de igualdade sejam estabelecidas, e uma parte da espécie sejam obrigadas a aprender reconhecer sua própria espécie.

Estranhamente, são estabelecidos direitos para os excluídos e abandonados, devido suas aparências físicas; cujo razões aplicáveis nunca são apresentadas de modo que interagem a todo o núcleo da espécie. Pois são direitos que visa garantias de forma exclusiva que não integra a todo o núcleo da espécie humana, seus reconhecimentos e seus valores, a permanecer como conceitos estabelecido, pois tudo é denominável, ou seja, o direito é simbolizado.

Uma vez que seu direito é sinalizado, a condição que favoreceu o seu direito permanece, pois é o seguro de seu direito. Ou seja, o sinal representado ao sinalizado é a sua própria nacionalidade, isso nunca e jamais integra ao sinalizador porque existem uma barreira de divisas.

Situações a gerar confusões do raciocínio da espécie humana, pois na observação geral o ser humano, é uma só espécie de valores que requerer seu valor seja apreciado pela a própria espécie. Imagine se maquiar colocar roupa de grife, e desfilar diante a fauna africana.

Para os que lê os livros sagrados a coletar as informações anteriores, tem passado nos versos divino, legíveis que nenhuma espécie estava ligada ao humano após sua criação. E se nenhuma espécie está ligada ao ser humano, isto; tem como existir as explicações aplicáveis dos termos da espécie humana. Sua configuração, sua simbologia é tudo que a define como espécie.

De modo geral, todos os seres humanos possuem deficiência ou mobilidade reduzida que necessitam o direito de aplicativo de acessibilidade.

A deficiência ou mobilidade reduzida é visível, porém muitas vezes é ocultada pela própria pessoa a fazer para que não seja reconhecida pelo os outros.  O que não é reconhecido por si só, a deficiência ou mobilidade reduzida mesmo ocultada atinge genericamente o corpo. Isto é; ao esconder Acessibilidade, a fazer para que não seja percebida pelo os demais a se colocar melindrosamente de forma enganosa. Ao mesmo tempo, ao pensar na própria deficiência ou mobilidade reduzida seja descoberta a existir um retrocesso de perceber que outros sabem de sua deficiência ou mobilidade reduzida.

Isto acontece; ao olhar uma parte perfeita do outro, a comparar da parte imperfeita que atinge sua imperfeição, conforme seu julgamento psicológico, após o uso de faculdades mentais que não configura a própria certeza de que todo ser humano é perfeito nas suas possibilidades, a se desviar propositalmente estabelecendo um conceito de imperfeição. O que resta perceber está; quanto um conceito estabelecido se estabelece, se criam as diferenças e as diversidades.

A deficiência ou mobilidade reduzida, não é um fenômeno enraizado somente nos seres humanos. Esse fenômeno está manifesto tanto na fauna.

Pelas as dimensões das manifestações dos fenômenos, não pode ser o fato que caracterize Deus O Criador, tornar incapaz de criar algo tão perfeito e isento da  deficiência ou mobilidade reduzida. Conforme muitas vezes existem várias correções manifestos nos seres humanos as chamadas cirurgias plásticas dos membros corporais em busca de perfeição fornecida pela própria tecnologia.

A criatividade de Deus o Criador é absoluta, e todas as criaturas estão em plena condição perfeita, não existindo algo funcional ou disfuncional que não tenha significado e principalmente isento de representar algo que já exista, que pode concluir-se que todas criaturas são perfeitas com as suas aptidões especificas e, com suas próprias possibilidades.

Se for a analisar as coisas ao redor, e tudo que possa a perceber como imperfeita, ao ponto de calcular usando o senso crítico e não comum, de tudo como perca e falta no ser, sua conclusão tem como apontar de que; a condição de falta de percepção visual, é uma das coisas que o fenômeno de  deficiência ou mobilidade reduzida é constrangedor.

Aqui temos exemplo genérico do fenômeno de deficiência ou mobilidade reduzida; que é: A condição de falta de percepção visual.

Uma das passagens do Alcorão Sagrado, nos passa mensagem de forma fácil de perceber e, sabia ao refletir, no que diz respeito de deficiência ou mobilidade reduzida.

O último profeta e mensageiro de Deus o Único, o Profeta Muhammad (a paz esteja com ele) nos princípios da contextualização do islam, há 14 séculos, período este que a divulgação do islam era feita de forma secreta, sendo que poucas pessoas tinham acesso a mensagem do islam, um período que dá início da revelação Alcorão Sagrado.   Um dia estava pregando para Walid ibn al-Mughirah e outros chefes do Quraichi em Meca. O senhor Abdallah ibn Umm Maktum veio em busca de orientação de Deus o único, porém tinha deficiência ou mobilidade reduzida.

Nesse período o Profeta Muhammad, estava empenhado na conversa com os chefes coraixitas e passando a mensagem do Islam para eles. Ao olhar e perceber que Abdallah ibn Umm Maktum, sua condição era falta de percepção visual, o profeta Muhammad (A paz esteja com ele) lhe franziu a testa e voltou às costas para Abdullah ibn Umm Maktum, quando este o chegou.

Essa pratica é comum para todos os seres humanos, os chegar alguém com deficiência ou mobilidade reduzida visível, a primeira coisa é tomar choque e em seguida mudar a postura, pois existem uma grande dificuldade de entendimento a capacitação de assimilação. De que a pessoa com de deficiência ou mobilidade reduzida, tem as mesmas condições apesar serem diversificadas de modo que a estética no psicológico de quem vem cria uma dificuldade de interagir.

Aqui temos dois assuntos extremamente importantes no que diz a respeito de deficiência ou mobilidade reduzida, do Abdullah Ibn Maktum e do Profeta Muhammad. No caso do Abdullah ibn Maktum, é visível, pois percebe-se ao olhar para ele que tem acessibilidade visual. O que torna diferenciado é acessibilidade invisível manifesta nos seres humanos que age da mesma forma, quando a situação idêntica a essa aconteça.

Não podemos nos confundir incapacitação do entendimento seja visto como um conceito estabelecido, de modo que se julgue o Profeta Muhammad, praticar ato discriminatório. Essa seria uma reação de atitude e não discriminação, cujo sua pratica coerente nos seres humanos. É vidente que acessibilidade é explícita e simbólico que condiciona de forma geral e eficaz determinando a perfeição do ser.

Logo Deus reprimiu o Profeta desta ação, revelando os primeiros dez versos de ‘Abassa, que assim iniciam: “Ele (o Profeta) franziu a testa e voltou as costas. Porque o cego lhe chegou. e o que te faz (ó Profeta) inteirar-te de que ele, talvez seja mais digno?” [Alcorão: 80:1-3].

Diante disto configura-se ACESSIBILIDADE, seja uma condição perfeita dos seres, que necessariamente precisamos aprender através delas. Assim como foi a do Profeta e Mensageiro de Deus, usou sua própria ACESSIBILIDADE para aprender e ensinar.  Desde momento em diante, o Profeta Muhammad (a paz esteja com ele) passou a cumprimentar Abdallah ibn Umm-Maktum dizendo: "Bem-vindo, a ele, a respeito de quem o meu Senhor me repreendeu. O Abdullah Ibn Umm-Maktum foi um dos primeiros revertido ao Islam. Sendo que o Profeta Muhammad enviou ele e Mus`ab ibn `Umair para Medina para o ensinar Alcorão aos habitantes antes da Hijra teve lugar.

 Abdullah Ibn Umm-Maktum e Bilal Ibn Rabah, foram escolhidos como muezins (Chamador para oração) em Medina por o profeta Muhammad. Quando o profeta Muhammad deixou Medina para participar das batalhas, Abdullah Ibn Umm-Maktum, teve a responsabilidade de conduzir as orações.

Embora o Alcorão tenha dado o direito de as crianças, as mulheres, os velhos e os cegos não participarem nas guerras, por vontade própria, Abdullah Ibn Umm-Maktum solicitado Umar, o segundo califa do Islã, para deixá-lo tomar parte na Jihad, apesar de sua cegueira. Umar lhe permitiu tomar parte na Batalha de Cadésia em 636 C. E. Ele serviu na batalha como o porta-estandarte para o lado muçulmano, e ele foi morto em combate. A falecer como mártir.

Portanto, Alcorão Sagrado é sincronia e dentro da sincronia tira-se a diacronia, seu aprendizado é de evolução e não da revolução.

 

A deficiência ou mobilidade reduzida tem código de DEUS,

 

Apesar uma parte de pessoas se conscientizar a realidade da indiferença entre as pessoas com mobilidades reduzidas e as comuns, todavia observa-se que outras partes permanecem acéticas com pessoas com deficiência física ou mobilidade reduzida a descriminar de modo a se sentir pessoa que não pertence estrutura de classe do gênero humano. A esquecer que “Deus não impõe a alma alguma senão o que é de sua capacidade...” [Alcorão 2: 286].

No entanto, o Islam fornece uma perspectiva para o deficiente e o incapacitado de modo geral, pois todos os seres humanos são incapacitados. A mensagem do Islam é para todos, incluindo um como um todo, na paciência para encobrir as dificuldades, pois Deus disse: “Por certo, junto da dificuldade, está a facilidade” [Alcorão 94: 5]

Portando, o que possa existir está no reconhecimento da deficiência manifestados em todos, e na paciência do desespero da misericórdia de Deus, assim como ele afirma No Capítulo Yousef 12: 87 “...Realmente ninguém se desespera da misericórdia de Deus, exceto aqueles que não têm fé”. Pois a fé transforma de pessoas para pessoa.

Assim vimos Ditos do Profeta (a paz esteja com ele) a ilustrar a paciência do homem sobre o homem conforme segue “'Ata bin Abi Rabah narra que Ibn 'Abbas disse-me uma vez: Posso mostrar-lhe uma das mulheres do Paraíso?" Eu disse: "Sim." Ele disse: "Esta senhora negra, veio ao Profeta (que a paz esteja sobre ele) e disse: 'Tenho ataques de epilepsia e meu corpo torna-se descoberto [quando isso ocorre]. Por favor, suplica a Deus para mim! O Profeta (a paz esteja com ele) disse (a ela): 'Se desejar, tenha paciência e você terá o Paraíso; e se você quiser, eu vou suplicar a Deus para curá-la. "Ela disse, 'escolho por pacientar", e acrescentou: "mas eu fico descoberta; então, suplica a Deus para que eu não fique descoberta.' Então ele [o Profeta] suplicou a Deus para ela” [Bukhari Hadith 555].

Portanto, é uma indicação de que o Islam, diz a verdade ao demostrar que existem deficientes e pessoas de mobilidades reduzidas, mas exige que isso não devem ser usados para abandonar, discriminar, desprezar ou destituir ou separar a espécie, devido suas aparências, gestos ou condições naturais. O Islam não permite aos integrantes muçulmanos e crentes e muçulmanos discriminar qualquer pessoa, quer por motivo da eventual diferença (gênero, etnia, cor, física, etc) entre si. A única diferença que importa para o Criador é o nível da piedade de cada um.

Desta forma, manifesta no Islam o conhecimento de respeitar as diversidades ilustrando um fato da própria natureza a tornar a natureza bela. Deus criou este universo inteiro com a diversidade. Assim como vem mencionado no Livro Sagrado “Não vês que Deus faz descer, do céu, água e, com ela, fazemos sair frutos, de cores variadas, e, que, entre as montanhas, há-as de estratos brancos e vermelhos, de cores variadas, e as que são nigérrimas como corvos. E que, dentre os homens e os seres animais e os rebanhos, há-os, também, de cores? Apenas os sábios receiam a Deus, dentre Seus servos. Por certo, Deus é Todo-Poderoso, perdoador” [Alcorão 35:27-28].

E na espécie existem diversidades pois são ela que completa a beleza dos gêneros. No que diz respeito de suas cores, línguas, e multiplicidade de raças e tribos. Estas diversidades são consideradas naturais e DIVINAMENTE são "sinais de Deus", ou seja, são indicativos do poder de Deus. Deus quer que os seres humanos extraiam benefício dessa diversidade sem permitir que isso gere cismas insalubres e divisões em suas fileiras. Deus diz no Alcorão: “E, dentre Seus sinais, está que Ele vos criou de pó; em seguida, eis-vos homens, que vos espalhais [pela terra]. E, dentre Seus sinais, está que Ele criou, para vós, mulheres, de vossa espécie, para vos tranquilizar junto delas, e fez, entre vós, afeição e misericórdia. Por certo, há nisso sinais para um povo que reflete. E, dentre Seus sinais, está a criação dos céus e da terra, e a variedade de vossas línguas e de vossas cores. Por certo, há nisso sinais para os sabedores.” [Alcorão 30:20-22].

Além dessas diversidades naturais, há outras que fazem parte das sociedades e culturas humanas. O Alcorão reconhece a individualidade de cada ser humano, bem como a de seus grupos e comunidades. “...Para cada um de vós, fizemos uma legislação e um plano. E, se Deus quisesse, haveria feito de vós uma única comunidade, mas não o fez, para pôr-vos à prova, com o que vos concedeu. Então, emulai-vos pelas boas ações. A Deus será o retorno de todos vós. E Ele vos informará daquilo de que discrepáveis” [Alcorão 5:48].

Na verdade, a vida do homem é um registro cheio de dificuldades e tribulações. Neste sentido, Deus diz: “Por certo, criamos o ser humano de gota seminal mesclada, para pô-lo à prova; então, fizemo-lo ouvinte, vidente” [Alcorão 76:2]. Quando o homem olha para essas tribulações e aflições como sendo um teste de Deus, para ver suas cores verdadeiras, ele virá a saber que há uma grande sabedoria divina por trás de todos estes testes. Este é certamente um fato absoluto, quer saibamos ou não.

Observamos que quando Deus priva uma pessoa de uma certa habilidade, compensa-o por isso, concedendo-lhe outras dádivas, pelas quais ele ou ela supera a habilidade em falta. É por isso que vemos que as pessoas que estão privadas de vista, têm ouvidos muito sensíveis com que podem ouvir batidas muito baixas ou movimentos em volta delas. Podem também possuir uma incrível capacidade de memorizar, de modo a compensar sua deficiência física.

Para se tornar um membro ativo na sociedade, uma pessoa com deficiência precisa estar plenamente consciente do seu entorno e a natureza da sua deficiência. Além disso, cabe à sociedade oferecer uma mão para essas pessoas.

A história islâmica tem um histórico brilhante de muitos exemplos de pessoas que, apesar de terem algum tipo de deficiência, ocuparam posições muito excelentes e status de destaque na sociedade. `Atta Ibn Abi Rabah, que era um coxo e paralítico, foi a maior jurista (Mufti) em Meca. Ele foi muito honrado por `Abdul-Malik Ibn Marwan, o califa muçulmano da época. Pelo seu vasto conhecimento ganhou esse prestígio.

Lembremo-nos da história de Ibn Umm Maktum que nasceu cego, foi um dos primeiros a abraçar o Islam, e sobre o qual os primeiros dez versículos do Capítulo 80 (‘Abassa) foram revelados. O Profeta Muhammad (a paz esteja com ele) estava pregando para Walid ibn al-Mughirah e outros chefes do Quraichi em Meca. Abdallah ibn Umm Maktum veio em busca de orientação. O Profeta Muhammad, estava empenhado na conversa com os chefes coraixitas e passando a mensagem do Islam para eles. Franziu a testa para ibn Umm Maktum, quando este o chamou. Logo Deus reprimiu o Profeta desta ação, revelando os primeiros dez versos de conforme mencionado anteriormente.  ‘Abassa, que assim iniciam: “Ele (o Profeta) franziu os olhos e voltou a testa. Porque o cego lhe chegou. e o que te faz (ó Profeta) inteirar-te de que ele, talvez seja mais digno?” [Alcorão: 80:1-3].

Além de Ibn Umm Maktum, haviam muitos outros companheiros do Profeta (a paz esteja com ele) muito famosos que eram deficientes físicos e de mobilidades reduzidas, alguns dos quais:

  • Abu Ubaidah Ibnul Jarrah tinha uma perna deficiente, mas ele insistiu para a participar das batalhas com o Profeta Muhammad.
  • Abdullah Ibn Mas’oud foi um homem fraco e magro, mas ele foi excelente comentador dos significados do Alcorão. Uma vez ele subiu numa árvore, os companheiros do Profeta (a paz esteja com ele) puseram-se a rir dele, porque suas pernas eram pequenas, mas o Profeta os repreendeu, dizendo: “O que faz vocês rirem? As pernas de Ibn Mas'oud? Juro que serão mais pesadas, na balança do Dia do Juízo, do que a montanha de Uhud”.
  • Abul Ala Alma'harry foi um renomado estudioso muçulmano; entre muitos outros.

Desta forma, o Islam cria um ambiente harmonioso de valores compartilhados, em todos os níveis sociais, onde cada camada se sente parte integrante de todos, independentemente das diferenças, tanto do gênero, da etnia, da cor, do físico, etc).

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